Sonhos_de_outubro_Jose_Spaniol_Bienal_de

Sonhos de outubro, 2019

barcos e bambus

750 x 700 x 600 cm (barco no alto)

110 x 400 x 130 cm (barco torcido)

III Bienal de Arte de Coimbra, Portugal

sobre o artista

José Spaniol é artista plástico e professor doutor do Departamento de Artes Plásticas do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP). Entre 1990 e 1993, estudou na Academia de Artes de Düsseldorf, Alemanha, como bolsista do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico. Em 1999, ganhou a Bolsa Virtuose do Ministério da Cultura para cumprir período de residência no European Ceramics Work Center, na Holanda.

A produção inicial do artista parte de referências a objetos cotidianos, como portões, balões ou cartazes de rua, e estabelece uma troca entre a função utilitária e a poética. Desde os anos 1990, explora a relação que suas obras estabelecem com a arquitetura e os locais expositivos.

josespaniolisntagram.png
 
 

trabalhos

Sonhos_de_outubro_Jose_Spaniol_Bienal_de

Sonhos de outubro, 2019

III Bienal de Arte de Coimbra - Portugal

 
TIAMM_SCHUOOMM_CASH_Bienal_de_Coimbra_Jo
Sonhos_de_outubro_Jose_Spaniol_Bienal_de
Sonhos_de_outubro_Jose_Spaniol_Bienal_de
Sonhos_de_Outubro_Bienal_de_Coimbra_Jose

[...]

Ante o irado ranger das marés, me lancei,

mais surdo que infantis cabeças, no outro inverno,

fugindo! E para trás penínsulas deixei

que jamais viram tão glorioso desgoverno.

 

A procela abençoou meu despertar marinho,

dancei como cortiça entre vagas e atóis,

que fazem vítimas no eterno redemoinho,

dez noites, sem pensar no olho vão dos faróis.

Doce como a maçã na boca de um menino,

meu lenho se encharcou do verde turbilhão,

que um caos de vômito e de vinho purpurino

lavou, e destroçou meu leme e meu arpão.

 

E mergulhei então no Poema do Mar,

todo de astros mesclado, e leitoso, a beber

os azuis verdes, onde, a flutuar e a sonhar

um absorto afogado às vezes vai descer;[...]

trecho do poema O barco ébrio,

Arthur Rimbaud

 
Jose_Spaniol_FAMA_Fabrica_de_Arte_Marcos
Jose_Spaniol_FAMA_Fabrica_de_Arte_Marcos
Jose_Spaniol_FAMA_Fabrica_de_Arte_Marcos
Jose_Spaniol_FAMA_Fabrica_de_Arte_Marcos
Jose_Spaniol_FAMA_Fabrica_de_Arte_Marcos
Jose_Spaniol_FAMA_Fabrica_de_Arte_Marcos

Firmamento, palavra que designa sustentação, alicerce ou fundamento, refere-se também ao céu. Na primeira acepção da palavra, seu entendimento parece tratar de coisa, de objeto; na segunda, de espaço. Esse sentido “flutuante” oferece, simultaneamente, um padrão e também a sua ressalva. Enquanto caracteriza um objeto e sua função, oferece uma medida. Por outro lado, quando faz pensar no espaço entre os planetas, em uma ordem que nunca se fecha, refere-se a algo dinâmico, em transformação e que desaba constantemente sobre nós: o céu.

Juntamente com a ideia de ascensão, os trabalhos abrem caminho para uma especulação em torno de temas como verticalidade e espelhamento; reverberação e equilíbrio; projeção e queda – daí a instalação no eixo vertical da sala. Despertam um sentido aéreo na maneira de olhar para o espaço, sugerindo uma perspectiva que aponta sempre para cima.

 

TIUMMMMTICHAMM, 2018

Usina de Arte, Água Preta - Pernambuco

1969-12-31 09.00.00 15.jpg
1969-12-31 09.00.00 14.jpg
1969-12-31 09.00.00 12.jpg

Água Preta, 2018

mármore e granito

12 x 0,35 x 8m

Acervo Parque Botânico Usina de Arte, Água Preta - Pernambuco

TIUMMMMTICHAMM, 2018

Dan Galeria, São Paulo

José-Spaniol,-TIUMMMMTICHAMM,-acrílicos-
José-Spaniol,-TIUMMMMTICHAMM,-acrílicos-
José-Spaniol,-TIUMMMMTICHAMM,-acrílicos-
José_Spaniol,_TIUMMMMTICHAMM,_acrílicos_

TIUMMMMTICHAMM, 2018

acrílicos e piso de mármore e granito

12 x 2,5 x 8m

Dan Galeria, São Paulo

A mudança de estado das matérias, ou seu tratamento, de modo a contraditar as vocações habitualmente associadas a elas, é um dos fundamentos da poética de José Spaniol, que se manifesta desde sempre e não somente agora, nesta exposição, na qual seus trabalhos assumem um corpo semelhante à água do mar que morre na beira da praia, como acontece com o chão iridescente, liso e leve, no qual pisamos como sobre as películas finas das ondas quando se quebram em avanços e recuos curtos e intermitentes, nem lá nem cá, lavando e levando luz à areia, e com essa sucessão de pinturas – podemos chamá-las assim, em que pese não serem feitas de telas e tintas –, em franco diálogo com o chão, todas elas feitas de chapas de acrílico coloridas, por si só uma resina líquida endurecida, transparente e reflexiva, que o artista fixa levemente afastada da parede, tirando partido da massa tênue e translúcida que derrama sombras pigmentadas sobre as paredes. 

Esse interesse do artista tem uma amplitude inesperada, pois inclui substâncias sólidas, líquidas e gasosas. Um bom exemplo é o modo como enfrenta a terra, matéria recorrente em sua trajetória. Explorando-a em direções variadas, mudando seus estados físicos, enfrentando-a como chão de superfície desagregada, reduzida a pó, elevando-se e saturando a atmosfera por efeito do vento ou do simples pisar, ou umedecida a ponto de se tornar pastosa, barro escorregadio, macia e maleável, e, ainda, dura, como quando ressequida pelo sol excessivo. Esse vetor inclui a dureza compacta das pedras, como as placas de mármore que usou como suporte em sua série de pinturas apresentadas na Bienal de São Paulo de 2002 (instalação Vista assim, constituída de lousas e escada). [...]

Notas à beira-mar, Agnaldo Farias, texto do catálogo da exposição

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Ave Eva, 2007

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

TIAMM SCHUOOMM CASH!, 2016

José_Spaniol,_TIAMM_SCHUOOUMM_CASH_Pinac
José_Spaniol,_TIAMM_SCHUOOUMM_CASH_Pinac
03_Tiamm_Schuoomm_Cash!_José_Spaniol.jpg

TIAMM SCHUOOMM CASH!, 2016

barcos e bambus, dimensões variadas,

Pinacoteca de São Paulo.

TIAMM SCHUOOMM CASH! foi desenvolvido a partir da observação do mar, da imprevisibilidade e surpresa que os oceanos sugerem: guardam o sentido de comunicação e transmissão da experiência, de aproximação entre culturas através das águas. Como se fosse uma paisagem, o observador pode olhar o trabalho a partir de um ponto de vista recuado. Este eixo nos coloca diante um plano elevado, improvável e desestabilizador. Em torno deste ponto de vista, as referências espaciais enfraquecem, envolvendo os objetos em uma nova condição.

A obra ocupa o mesmo eixo das pinturas ascensionais, de cúpulas e dos tetos. Semelhante às composições orientais, nos vemos diante de uma perspectiva aérea, onde as relações espaciais não se definem por aspectos fixos. Esses planos elevados provocam uma certa vertigem, enfraquecem as medidas e tendem a dissolver limites.

Apneia, 2016

José_Spaniol,_Apneia,_2016,_cera_e_escor

Apneia, 2016

cera, escoras de madeira,

160 x 50 x 35 cm

06_José_Spaniol_2016_Sem_título_3a_bronz
05_José_Spaniol_2016_Sem_título_2a_bronz

Apneia, 2016

bronze,

198 x 50 x 35 cm

José_Spaniol,_Apneia_(desenho)_1.JPG

Apneia, 2016

cera, escoras de madeira,

160 x 50 x 35 cm

A série de trabalhos Apneia, foi construída a partir de moldes de diversos tipos de molduras, posteriormente fundidas em cera e bronze, resultando em objetos semelhantes a pinturas, distribuídos ao longo da parede, sustentados por escoras. A ocupação desses objetos é similar às galerias do século XIX, com trabalhos apresentados de cima a baixo em toda extensão das paredes da sala, mantendo o observador envolvido por esses objetos. Os trabalhos orbitam no território da escultura e da instalação.

Apneia, título do trabalho, reforça o sentido de suspensão, como se pinturas tivessem sido cobertas, salvaguardando as imagens ocultas sob a superfície da matéria. O trabalho se articula pela tensão entre as escoras e os objetos sustentados na parede, criando um equilíbrio semelhante a uma balança, onde peso e contra-peso se estabilizam. A linha diagonal formada pelas escoras e a parede projeta o volume dos objetos para fora do plano, estabelecendo uma relação de continuidade entre a parede e o chão.

Bamp Uuooom Wawa!, 2015

Biblioteca Mário de Andrade, São Paulo

José_Spaniol,_Bamp_Uuooom_Wawa!,_2015,_m
José_Spaniol,_Bamp_Uuooom_Wawa!,_2015,_m

Bamp Uuooom Wawa! foi realizada na Biblioteca Mário de Andrade, por meio do edital Concurso Prêmio Honra ao Mérito Arte e Patrimônio, promovido pelo Ministério da Cultura e IPHAN, com realização do Paço Imperial do Rio de Janeiro. A instalação é composta de objetos, textos fundidos em parafina (onomatopeias) e suas intersecções com o espaço da sala. O trabalho estabelece uma relação com a arquitetura, ao ocupar por meio das mesas e hastes cilíndricas de madeira, o eixo vertical do espaço. No plano baixo do ambiente, o texto formado por letras fundidas em parafina estampa no chão e no tampo das mesas uma relação de onomatopeias, motivadas pela sonoridade das ondas do mar e o movimento das águas. A obra criava na sala um movimento ascensional, provocando no espaço um ambiente em flutuação.

Sem se afastar do seu fundamento conectado à escultura, o conjunto de objetos alude ao ato da leitura e sua projeção mental, ligados à ideia de uma elevação a outra dimensão, do deslocamento para um espaço virtual constituído por imagens. Por esse ponto de vista, as onomatopeias oferecem ao observador a representação de uma paisagem sonora em reverberação, semelhante ao deslocamento cíclico das marés. Também as mesas agem para a formação desse movimento ascensional. O objeto mesa já carrega na sua estrutura primordial a elevação como movimento fundante. A mesa, na sua origem, representa o chão que subiu, o mesmo chão onde o homem primitivo se reunia para compartilhar suas experiências.

O descanso da sala, 2006/2014

Acervo Metrô São Paulo (estação Alto do Ipiranga)

José-Spaniol,-O-Descanso-da-Sala,-2006,-
04.jpg
José-Spaniol,-O-Descanso-da-Sala,-2006,-
José-Spaniol,-O-Descanso-da-Sala,-2006,-

O descanso da sala, 2011

Parque Burle Marx, São Paulo

05 O Descanso da Sala Pq Burle Marx.jpg
O_Descanso_da_Sala,_2011,_aço_e_ferro,_9
O_Descanso_da_Sala,_2011,_aço_e_ferro,_9

O descanso da sala, 2011

aço e ferro, 9 x 6 x 4 m

Parque Burle Marx

No meio das árvores, a uma altura de aproximadamente 8 metros, vemos o que seria uma sala ou um quarto de cabeça para baixo. Uma estrutura de ferro sustenta o conjunto: uma cama, uma mesa, uma escada e duas cadeiras. Fixados no topo dessa armação, os objetos são refletidos sobre um espelho d`água, projetados contra a copa das árvores e o céu. Mediante esse artifício, recuperam sua posição natural. Um visitante andando pelas alamedas do bosque decerto não perceberia os objetos no alto da copa das árvores. Entraria em contato com o trabalho ao olhar para a superfície da água, e em seguida poderia ser surpreendido pela imagem de uma sala flutuando entre as árvores e contra o céu.

Ao olhar para o alto, perceberia objetos comuns pendurados junto às árvores, no meio da clareira. Poderiam fazer parte da rotina de qualquer casa, inseridos no seu ambiente. Contudo, só podemos vê-los a partir de um ponto de vista improvável. Podemos observá-los no alto, invertidos, como se o mundo tivesse perdido a normalidade, ou na imagem refletida na água, quando a sala volta a colocar-se na sua posição habitual, mas flutuando contra o céu, ainda assim longe de seu cotidiano. O trabalho estrutura-se por esse eixo entre terra e céu, em um movimento vertical de aproximação entre opostos. Como em uma ascensão, os objetos abandonam suas funções e se projetam para outro plano. 

VISTA ASSIM: escada e lousas, 2010

29ª Bienal de Arte de São Paulo

IMG_3823.jpg
José_Spaniol,_Vista_assim_-_escada_e_lou

VISTA ASSIM: escada, 2010,

terra batida, 470 x 80 x 600 cm

29ª Bienal de Arte de São Paulo

A instalação VISTA ASSIM, formada pelo conjunto Lousas e Escada foi apresentada na 29ª Bienal de São Paulo – Há sempre um copo de mar para um homem navegar. Lousas apresenta estampas sobre pedra, explorando o contrastes entre finas películas de tinta a óleo e a superfície do mármore: camadas foscas da tinta contra o vidrado do mármore, a luminosidade da cor e o branco pardacentos da pedra. Dentro da minha produção estão relacionadas entre os trabalhos de referência do meu plano trienal de pesquisa.

O trabalho Escada tem sua origem poética ligada ao trabalho de conclusão de minha tese de doutorado, intitulado Tímpano, apresentado na Capela do Morumbi (Museu da Cidade), em 2009. Ambos construídos com terra batida, têm na sua materialidade uma das questões principais de cada obra. Na ocasião foi lançado pela editora DARDO, de Santiago de Compostela, Espanha, um livro monográfico documentando 28 anos da minha produção artística.

Ascensões, parlatório e firmamento, 2010

Mosteiro de São Bento, São Paulo

José_Spaniol,_Ascensões,_armários__e_rol
José_Spaniol,_Ascensões,_armários__e_rol
José_Spaniol,_Firmamento,_almofada_e_rol
04_Firmamento,_genuflexório_e_roliço_de_
José_Spaniol,_Balança,_ardósia_e_parafin

Balanças e lousas, 2009

José_Spaniol,_Balanças_e_Lousas,_2009,_a

Balanças e lousas, 2009

Tímpano, 2009

José Spaniol, Tímpano, 2009, terra batid
José Spaniol, Tímpano, 2009, terra batid

Tímpano, 2009

terra batida (taipa de pilão)

400 (diâmetro) x 400 (altura) x 25 (espessura) cm

Capela do Morumbi (Museu da Cidade), São Paulo

Tímpano foi projetado para a área central da Capela do Morumbi, um dos espaços pertencentes ao Museu da Cidade, em São Paulo. Constitui-se de uma peça circular construída em terra batida, a mesma técnica utilizada na construção da capela. Um grande cilindro de quatro metros de altura, outros quatro de diâmetro e paredes de 25 centímetros de espessura, com um recorte vertical no arco voltado para o altar. Esta abertura permite acesso à interna da peça.

A palavra tímpano remete a três significados diversos. Em seu sentido original, diz respeito a peças semelhantes a sinos ou tambores, que percutidas por martelos produzem sons. Na arquitetura, define duas áreas triangulares ligadas ao frontão e aos semicírculos do arcos, em geral são decorados com relevos e frisos. Por último, se refere ao primeiro sentido da anatomia, à membrana fina e tensa do ouvido, que funciona como um tambor na cavidade timpânica.

Ave Eva, 2007

José_Spaniol,_Ave_Eva,_2007,_madeira,_71

O descanso da sala, 2006

José-Spaniol,-O-Descanso-da-Sala,-2006,-
José-Spaniol,-O-Descanso-da-Sala,-2006,-
José-Spaniol,-O-Descanso-da-Sala,-2006,-
José-Spaniol,-O-Descanso-da-Sala,-2006,-
José-Spaniol,-O-Descanso-da-Sala,-2006,-

Comidas, 2006

José_Spaniol,_Comidas,_2006,_argila_e_pa

Comidas, 2006

argila e parafina,

400 x 500 x 600 cm,

exposição “Entre a Palavra e a Imagem”

Fundação Luis Seoane, A Coruña, Espanha. 

Em Comidas, uma lista de alimentos utilizados por árabes e judeus na época da criação das tribos foi estampada em argila. Além de remontar a uma mesma origem cultural, esta lista representa um ponto de equilíbrio perdido.

As comidas aproximam os homens, diminuem distâncias e diferenças. Têm relação com o modo como as palavras são pronunciadas. 

Teto e chão, 2002

José_Spaniol,_Teto_e_Chão,_2002,_latão_e
José_Spaniol,_Teto_e_Chão,_2002,_latão_e

Teto e chão, 2002

No trabalho, as peças de mármore e latão se distribuem pelo espaço da sala, apresentando um duplo sentido de ocupação: por meio de uma visão panorâmica, é possível notar uma razão de conjunto; por outro lado, através de uma autonomia do objeto em relação ao conjunto, percebe-se o sentido individual de cada peça. Essa múltipla possibilidade de combinação dos elementos acrescenta ao grupo um sentido lúdico. Como num jogo, as hastes podem ser posicionadas de múltiplas maneiras dentro da sala.

Assim, estão tanto concentradas, de modo a criar um núcleo, quanto diluídas pelo espaço de acordo com a composição. O trabalho ocupa o sentido vertical da sala: as hastes têm a função de tomar conta do plano e também do volume do espaço. Procuram eliminar todo o vazio, inclusive pela aproximação do teto com o chão, definindo um eixo de ligação da parte de cima com a de baixo. As lanças destacam um ponto de fuga na sala, potencializando uma profundidade virtual do ambiente.

Espelhos, 2000

Espelhos 2001 Ab.jpeg

Espelhos, 2000

cerâmica

45 x 40 x 15 cm

Biblioteca e balanças, 1999

José_Spaniol,_Biblioteca_e_Balanças,_199
José_Spaniol,_Biblioteca_e_Balanças,_199
07_Biblioteca_balança.jpeg
3.jpg

Biblioteca e balanças, 1999

Este trabalho foi realizado durante uma residência de cinco meses no Centro Europeu de Cerâmica, na cidade de ‘s-Hertogenbosch, na Holanda. Biblioteca foi concebido com base no formato dos livros. Construí um sólido cerâmico regular, formado por blocos inteiriços e sem emendas (220 x 90 x 30 cm), modelado a partir de placas de argila, montadas de modo a criar um interior oco e lacrado.

Nas duas faces existem áreas rebaixadas na superfície da cerâmica, no formato de pequenas caixas. Planos e regulares, os volumes se destacam por sua verticalidade. O grande porte dessas peças e também a sua geometria divergem da ideia comum de que a cerâmica deve ter formas orgânicas e pequeno formato. Estas aberturas criam movimentos na superfície da peça, ordenados segundo a natureza ortogonal de sua estrutura. 

Mirante, 1997

José_Spaniol,_Mirante,_1997,_terra_batid
José_Spaniol,_Mirante,_1997,_terra_batid
José_Spaniol,_Mirante,_1997,_terra_batid

Mirante, 1997,

terra batida (taipa de pilão),

400 x 520 x 520 cm,

Projeto Arte/Cidade – Indústrias Matarazzo. 

Mirante foi um trabalho criado para a terceira edição do Projeto Arte/Cidade – A Cidade e suas Histórias, em 1997, realizado simultaneamente nas dependências da Estação da Luz, no Moinho Central e no antigo complexo industrial Matarazzo. As ruínas da antiga fábrica Matarazzo eram solenes. Interessava-me o caráter monumental e a sobriedade dos galpões abandonados. Procurava por uma ação mínima naquele espaço, que não descaracterizasse o sentido já existente ali.

Em respeito ao espaço procurei não retirar nem acrescentar nada ao terreno, apenas dar forma ao que já estava lá. Optei pelo processo de taipa de pilão, técnica que utiliza a terra batida em caixas para formar as paredes. A terra, matéria informe, signo de horizontalidade, iria adquirir forma e pôr-se de pé. As paredes de terra remetem imediatamente a um arcaísmo e um a tempo passado.

Vitória Régia, 1994

José_Spaniol,_Vitória_Régia,_1994,__O_lu
José_Spaniol,_Vitória_Régia,_1994,__O_lu
06_Vitória_Régia_Det_E.jpeg

Vitória Régia, 1994

“O lugar era um subterrâneo cortado por fontes ocultas,

fontes que eram ouvidas, mas não podiam ser vistas”

argila e parafina, 300 x 450 x 400 cm

Galeria São Paulo.

Se a escrita normalmente ocupa um espaço virtual, nesse caso as letra parecem ter vocação de volume. Valem-se do relevo para ocupar um lugar no mundo das coisas. Nessas obras, o baixo relevo e a fundição, processos característicos da escultura, tornaram possível abordar o texto sem abandonar o meio tridimensional. O resultado expande a ação para o espaço, mudando completamente o sentido do olhar.

Se o texto normalmente está relacionado ao livro, o trabalho agora deixa de ser página a ser lida para ser um objeto que se relaciona com a sala. O baixo-relevo de argila serve de berço para que as letras de parafina ganhem corpo, numa espécie de união entre forma e matéria. Realizados por um mesmo procedimento, o texto foi estampado sobre argila e em seguida as letras fundidas em parafina. Nesses trabalhos se percebe a presença da gravura.

Nível, 1994

José Spaniol, Nível, 1994, mármore, 160x
José Spaniol, Nível, 1994, mármore, 160x

Nível, 1994,

mármore

160 x 200 x 90 cm

Era só uma bela frase, 1993

José_Spaniol,_Era_só_uma_bela_Frase,_199
José_Spaniol,_Era_só_uma_bela_Frase,_199

Era só uma bela frase, 1993,

carimbo sobre papel, 30 x 12 x 9 cm.

José_Spaniol,_Era_só_uma_bela_Frase,_199
José_Spaniol,_Era_só_uma_bela_Frase,_199

Era só uma bela frase, 1993,

carimbo sobre papel, 30 x 12 x 9 cm.

Sarrafos, 1986

José-Spaniol,-Sarrafos,-foto-Ricardo-Ian
sarrafos.jpeg

Sarrafos, 1986

Até meados da década de 1980 trabalhei com desenho, gravura e pintura. A partir de 1985, por uma insatisfação com a pintura, procurei uma aproximação entre pintura e escultura, através de um processo de experimentação com outros meios. Esses procedimentos me levaram a pesquisar o sentido escultórico presente na técnica tradicional do afresco, explorando a possibilidade de construir relevos com a argamassa. Construí também estruturas de sarrafos de madeira como suporte para pintura, contrariando a neutralidade da tela. Os afrescos foram construídos empregando estruturas móveis de ferro e madeira, fora da parede era possível caminhar em torno do objeto como se fosse uma escultura.

Os sarrafos justapostos, empregados para construir planos, favoreceram o aparecimento de ritmos e movimentos ágeis na composição. Diferente da tela, essa estrutura não era neutra, visto que adquire um sentido ativo na elaboração das composições. O destaque para o suporte e sua materialidade destitui a cor dos artifícios da ilusão. A cal, através de sua luminosidade, ultrapassa a função e os limites da cor. Ao cobrir a superfície como um isolante, impõe sua presença física. Se a cor facilmente desliza para o plano da ilusão, a cal agarra-se à matéria como presença.

Exposições individuais

2019

Ascenções e firmamento

FAMA - Fábrica de Arte Marcos Amaro, Itu, São Paulo.

2018

TIUMMMMTICHAMM

Dan Galeria, São Paulo.

2016
Tiamm Schuoomm Cash!

Octógono da Pinacoteca do Estado de São Paulo.

2015

Bamp Uuooom Wawa!

Biblioteca Mário de Andrade

Edital de Concurso Prêmio Honra ao Mérito Arte e Patrimônio,

Ministério da Cultura e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, Paço Imperial. 

2011

Colunas

Prêmio Funarte de Arte Contemporânea: Ocupação de Espaços FUNARTE,

mezanino do Palácio Gustavo Capanema, Rio de Janeiro.

 

O Descanso da Sala

inauguração da obra no Parque Burle Marx, São Paulo

contemplada no edital arte na cidade da Secretaria Municipal de Cultura, Prefeitura da Cidade de São Paulo,

em colaboração com a Fundação Aron Birmann e Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. 

2009
Tímpano

Museu da Cidade de São Paulo, Capela do Morumbi.

Centro Carpe Diem Arte e Pesquisa

curadoria Paulo Reis, Palácio do Marquês, Lisboa. 


Duplicadores

Galeria 3+1 Arte Contemporânea, curadoria Paulo Reis, Lisboa. 

 

2007

Esto no es una Broma

curadoria de David Barro, Museo de Arte Contemporâneo Union Fenosa (MACUF), A Coruña, Espanha. 

2006

O Descanso da Sala

Galeria Oeste, São Paulo.

2003

Colunas

Centro Universitário Maria Antônia, São Paulo. Biblioteca, Museu Alfredo Andersen, Curitiba.  

2002

Teto-Chão

Galeria Nara Roesler, São Paulo. 

2001

Espelhos

Galeria Nara Roesler, São Paulo. 

1994

Vitória Régia

Galeria São Paulo, São Paulo.

Exposições coletivas

2019

  • Anozero – Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, curadoria Agnaldo Farias, Coimbra, Portugal.

  • Projeto ÉTER, curadoria Marcos Rizolli, Universidad de La Plata, Argentina.

  • SP-Arte, Feira de Arte de São Paulo, representado pela Dan Galeria.

  • PAUSA, Galeria Clima, Brasília (DF).

  • O vazio que nos faz falta, curadoria Marco Mello, Casa da Imagem, Curitiba.

  • 47º Chapel Art Show, curadoria Adriana Rede, Chapel School, São Paulo.

2018

  • A CASA – Galeria Clima, Rio de Janeiro.

  • SP-Arte, Feira de Arte de São Paulo, representado pela Dan Galeria.

  • SP-Arte, Feira de Arte de São Paulo, representado por Gaby Índio da Costa Arte Contemporânea, RJ.

 

2017

  • Projeto ÉTER, curadoria Marcos Rizolli, Faculdade de Belas Artes / Universidade do Porto, Cidade do Porto, Portugal. 

  • SP-Arte, Feira de Arte de São Paulo, representado pela Dan Galeria. 

 

2015

  • Múltiplos Carpe Diem Editions, tour internacional; Galeria Kunsthalle São Paulo.

  • SP-Arte, Feira de Arte de São Paulo, Dan Galeria, São Paulo. 

  • 2016

  • SP-Arte, Feira de Arte de São Paulo, representado pela Dan Galeria. 

  • SP-Arte/Foto, Feira de Fotografia de São Paulo, representado pela Dan Galeria. 

  • Clube de Gravura: 30 anos, curadoria Cauê Alves, Museu de Arte Moderna de São Paulo, SP. 

  • Art Rio, Feira Internacional de Arte do Rio de Janeiro, representado pela Matias Brotas Arte Contemporânea, RJ.

2014

  • Feira de Arte de Madri (ARCO) , Dan Galeria, Madri, Espanha. 

  • SP-Arte, Feira de Arte de São Paulo, Dan Galeria, São Paulo. 

  • A Arte que permanece, acervo Francisco Chagas Freitas de arte alemã, curadoria Tereza Arruda, Museu dos Correios, Brasília DF. 

  • Do barroco para o barroco - está a arte contemporânea, Curadoria de Fátima Lambert e Lourenço Egreja, Casa Museu Guerra Junqueiro, Cidade do Porto, Portugal. 

  • A Arte que permanece - acervo Francisco Chagas Freitas de arte alemã, curadoria Tereza Arruda, Centro Cultural dos Correios, Rio de Janeiro, RJ. 

  • Prêmio Honra ao Mérito Arte e Patrimônio, Paço Imperial, Rio de Janeiro. 

  • Diálogos com Palatnik, curadoria Felipe Scovino, Museu de Arte Moderna de São Paulo, SP. 

  • Fortuna e Magnetismo depois do Sono, Casa Museu Marta Ortigão Sampaio, curadoria Fátima Lambert, Porto, Portugal. 

  • Qu'est-ce que c'est la photographie?, curadoria Marco Melo, Galeria Casa da Imagem, Curitiba, PR.

2013

  • Ora Bordas, curadoria Marco Mello, Galeria Casa da Imagem, Curitiba. 

  • ArtRio, feira de arte do Rio de Janeiro; Dan Galeria; Rio de Janeiro. 

  • Para Além do Ponto e da Linha: Arte Moderna e Contemporânea no Acervo do MAC USP, curadoria Tadeu Chiarelli, Museu de Arte Contemporânea (USP). 

  • Do barroco para o barroco - está a arte contemporânea, Curadoria de Fátima Lambert e Lourenço Egreja, Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira, Portugal. 

  • III Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea, Ministério das Relações Exteriores, Brasília (DF). 

  • Do barroco para o barroco - está a arte contemporânea, curadoria de Fátima Lambert e Loureço Egreja, Casa de la Parra, Santiago de Compostela (Espanha), mostra paralela a Bienal de Cerveira em Portugal. 

  • SP-Arte/Foto, feira de Fotografia de São Paulo, Dan Galeria, São Paulo. 

  • Coleções em Campo; espetáculo reunindo Escultura, Dança e Acrobacia; SESC Itaquera, realização núcleo Valéria Martins, São Paulo. 

  • Feira de Arte de Madri (ARCO), Dan Galeria, Espanha. 

  • SP-Arte, Feira de Arte de São Paulo, Dan Galeria.

2012

  • Feira de Arte de Madri (ARCO) , Dan Galeria, Madri, Espanha. 

  • SP-Arte, Feira de Arte de São Paulo, Dan Galeria, São Paulo. 

  • This is Brazil! 1990-2012, uma exposição sobre arte brasileira das últimas duas décadas, Palácio de Exposições Kiosco Alfonso y de PALEXCO, A Coruña, Galícia, Espanha. 

  • Cubo, Coleções em Campo, espetáculo reunindo escultura, acrobacia e dança, realizado em conjunto com a Cia Intrépida Trupe, no Campo de Santana, na cidade do Rio de Janeiro. 

  • Passato Immediato, influências, ascendência, presença italiana na arte brasileira dos séculos XVIII a XXI, curadoria João Spinelli, Galeria Marta Traba, Memorial da América Latina, São Paulo. 

  • Configured Scents; curadoria Luiz Monforte, White Box Museum of Art, Pequim, China. 

  • Percursos Contemporâneos, curadoria de Fábio Magalhães, mostra inaugural do Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba – MACS, SP. 

  • Fronteiras: lugar do estrangeiro, curadoria Alessandra Martins Parente, realização Casa Contemporânea. 

  • Distensões do Real; curadoria Clovis Martins Costa; Espaço Cultural FEEVALE, Universidade FEEVALE, Novo Hamburgo, RS. 

  • ART RIO, feira de arte do Rio de Janeiro; Dan Galeria; Rio de Janeiro. 

  • Arquivo Aberto_Sérgio Porto 1983-1997; curadoria Marta Mestre, Espaço Cultural Sérgio Porto, Rio de Janeiro. 

  • SP-Arte/Foto 2012, feira de fotografia; Dan Galeria; São Paulo.

2011 

  • Função [(in)] Funcional, Galeria Baró e Coletivo Amor de Madre, curadoria Adriano Casanova, São Paulo. 

  • SP Arte, feira de arte de São Paulo, Galeria Baró e HAP Galeria, São Paulo, Brasil. 

  • Espaços da Cor, curadoria Claudio Cretti, Paço das Artes Secretaria Estadual da Cultura, São Paulo. 

  • Pincilada, Galeria Baró, curadoria Adriano Casanova, São Paulo. 

  • Momento (acção) 2 A AUTOCENSURA COMO AGENTE POÉTICO PROCESSUAL DA CRIAÇÃO ESCULTÓRICA, curadoria Rute Rosas, Galeria dos Leões e Fundo Antigo, Edifício da Reitoria, Universidade do Porto, Portugal. 

  • PASSANTE NO MUNDO – Paulo Reis e Cª, curadoria Fátima Lambert, Quase Galeria, Porto, Portugal. 

2010 

  • Arte e Espiritualidade, edital Arte e Patrimônio, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional; Mosteiro de São Bento, São Paulo. 

  • Residência, Galeria de Arte do Instituto de Artes da UNICAMP, Campinas. 

  • Diversidade e Afinidades: Universo x Reverso; Espaço Cultural Contemporâneo – ECCO e a Fundação Athos Bulcão; curadoria de Grace de Freitas e Karla Osorio Netto; Brasília, DF. 

  • Galeria Baró, São Paulo, SP. 

  • Arquivo Geral, mostra paralela a Bienal de São Paulo, Centro Cultural Hélio Oiticica, Rio de Janeiro. 

  • 29ª Bienal de São Paulo, "Há sempre um copo de mar para um homem navegar", curadoria de Agnaldo Farias e Moacir dos Anjos; São Paulo.

2009

  • Memorial Revisitado, 20 Anos, em comemoração aos 20 anos do Memorial da América Latina; curadoria de Fernando Calvozo e Ângela Barbour, Memorial da América Latina, São Paulo. 

  • Coletiva 6x6, Novas Aquisições, Prêmio FUNARTE Marcantonio Vilaça, Espaço Cultural Contemporâneo - ECCO, Brasília – DF. 

  • Experimentando Espaços, Museu da Casa Brasileira, curadoria Agnaldo Farias, São Paulo. 

2008

  • PARANGOLÉ. Fragmentos desde los 90 en Brasil, Portugal y España. Curadores: David Barro y Paulo Reis, MUSEO PATIO PATIO HERRERIANO, Valladolid-España. 

  • Galeria Oeste, gravuras, curadoria Suzanna Sassoun, São Paulo, Brasil. 

  • Arte Pela Amazônia, Fundação Bienal de São Paulo, pavilhão Ciccillo Matarazzo, São Paulo, SP. 

  • SP Arte, Feira de Arte de São Paulo, Galeria HAP, São Paulo. 

  • Bienal de São Tomé e Príncipe, curadoria de Adelaide Ginga. 

  • Cinco Sentidos do Olhar, Galeria Casa da Imagem, Curitiba, PR. 

  • Arquivo Geral, mostra paralela a Bienal de São Paulo, curadoria de Fernando Cocchiaralle, Rio de janeiro, Brasil. 

  • Feira de Arte de Lisboa, Galeria 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa. 

  • Superfícies Minimales - Goran Govorcin Contemporary, Santiago de Compostela, Espanha. 

2007 

  • Arte Contemporâneo ARCO, Galeria Oeste, Madri, Espanha. 

  • Entre a Palavra e a Imagem, curadoria Paulo Reis, Fátima Lambert, Cecília Pereira, Museu da Cidade de Lisboa, Portugal. 

  • SP Arte, Feira de Arte de São Paulo, Galeria HAP, São Paulo, Brasil. 

  • Contemporâneo, Arte no Brasil 1981 – 2006, curadoria de Teixeira Coelho, Itaú Cultural, São Paulo, Brasil. 

  • Entre a Palavra e a Imagem, curadoria Paulo Reis, Fátima Lambert, Cecília Pereira, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, Portugal. 

  • 80 90 Modernos Pós Modernos ETC, curadoria Agnaldo Farias, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil. 

  • O Descanso da Sala, Maus Hábitos, Porto, Portugal. 

  • Circuito Iguatemi de Fotografia, feira de fotografia, HAP Galeria, São Paulo, Brasil. 

  • Largo das Artes e HAP Galeria, Rio de Janeiro. 

  • ARTE LISBOA - Feira de Arte Contemporânea, Galeria 3+1, Lisboa, Portugal. 

  • A última casa A última paisagem, Curadoria de Agnaldo Farias, Matias Brotas arte contemporânea, Vitória, ES. 

2006

  • Surrouding Matta-Clark, curadoria Paulo Reis, Galeria Carlos Carvalho, Lisboa. 

  • Arquivo Geral, mostra paralela a Bienal de São Paulo, curadoria de Paulo Venâncio, Centro Cultural Hélio Oiticica, Rio de Janeiro. 

  • MAM [NA] OCA, curadoria de Felipe Schaimovich, Tadeu Chiarelli e Cauê Alvês, antologia do acervo do MAM de São Paulo. 

  • II Bienal Internacional do Ceará de Gravura - Museu de Arte Contemporânea, Ceará. 

  • Educação Estética – artistas unidos pela Abraço, Quarteirão do Chiado, Lisboa. Portugal, curadoria Paulo Reis. 

  • ENTRELINHAS, Museu de Arte Contemporânea, Ceará, curadoria de Bitu Cassundé. 

  • Jardim de Esculturas do Parque Ecológico Maracá, Guaíra, São Paulo. 

  • SP Arte, Galeria HAP, Galeria Oeste, Feira de Arte de São Paulo. 

  • Clube da Gravura: Vinte Anos, curadoria de Cauê Alves e margarida Sant`Anna, MAM, São Paulo. 

  • Entre a Palavra e a Imagem, curadoria Paulo Reis, Fátima Lambert, Cecília Pereira, Fund. Luis Seoane, A Coruña, Espanha. 

2005

  • Projeto Parque de Esculturas José Ermírio de Moraes Filho,Curitiba. 

  • Mostra Razão e Sensibilidade, projeto Encontro com Artes, curadoria de Paulo Reis. 

  • Panorama da Gravura Brasileira, Galeria Valu Ória, São Paulo. 

  • Centro Cultural São Paulo, Curadoria Guy Amado, São Paulo.  

2004

  • Arte Contemporânea no Acervo Municipal, Centro Cultural São Paulo, São Paulo, SP. 

2003

  • Sal da Terra, curadoria Paulo Reis, Museu Vale do Rio Doce, Vitória. 

  • Meus Amigos, MAM - Espaço Villa Lobos, São Paulo, curadoria Caetano de Almeida. 

  • Actes de Fe i de Generositat-espais sagrats, La Bisbal D`Empordà, Espanha. 

  • MAC USP 40 Anos: Interfaces Contemporâneas, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. 

  • Compressores e Condensadores, MAM-EspaçoVillaLobos, São Paulo, curadoria Carmela Gross. 

  • Fronteiras e Bordas, Primeiro Seminário Internacional de Artes do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico - DAAD, Santiago, Chile. 

2002

  • Portão 2, Galeria Nara Roesler, São Paulo. 

  • Genius Loci, Circuito Vila Buarque, C. C. Maria Antônia, São Paulo. 

  • México Imaginário, com curadoria de José Roberto Aguilar, na Casa das Rosas (São Paulo). 

  • Faxinal das Artes, com curadoria de Agnaldo Farias e Fernando Bini, no Museu de Arte Contemporânea de Curitiba, PR. 

  • Opera Aberta–Celebração, com curadoria de José Roberto Aguilar, na Casa das Rosas (São Paulo). 

  • Prêmio Exposição, 15º Salão Paranaense de Cerâmica, Museu Alfredo Andersen, Curitiba, PR. 

2001

  • Rede de Tensão, curadoria de Vitória Daniela Bousso, Paço das Artes, São Paulo, SP. 

  • Feira de arte de Chicago, Galeria Nara Roesler, Chicago, EUA. 

  • Palavra Figura, curadoria de Nancy Betts, Paço das Artes, São Paulo, SP. 

2000

  • O acervo e o Desenho–produção recente, Centro Cultural SP, São Paulo. 

  • O Papel e o Lápis, curadoria de Katia Canton, Galeria Nara Roesler, São Paulo, SP. 

  • Aquisições Recentes, Centro Cultural São Paulo, São Paulo. 

  • Diálogos Brasil Equador, Memorial da América Latina, São Paulo. 

  • Diálogos Brasil Equador, Universidad Católica, Quito.

1999

  • European Ceramics Work Center, Hertogenbosch, Holanda

1996

  • Bandeiras: 60 artistas homenageiam os 60 anos da USP, na Galeria de Arte do Sesi Paulista, SP. 

  • Museu de Arte Moderna / Instituto Goethe, Rio de Janeiro. 

  • Exlibris Home page / Paço das Artes, São Paulo. 

 

1997

  • Projeto Arte Cidade, "A Cidade e suas Histórias", Indústrias Matarazzo, curadoria Nelson Brissac, São Paulo. 

  • Landscape, curadoria de Rogério da Costa, Galeria São Paulo, SP. 

1995

  • Gravura Paulista, com curadoria de Evandro Carlos Jardim, Galeria São Paulo, SP. Paisagens, curadoria João Cândido Galvão, Galeria São Paulo, SP. 

1994

  • Bandeiras: 60 artistas homenageiam os 60 anos da USP, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. 

  • Gravura Paulista, com curadoria de Evandro Carlos Jardim, no Espaço Cultural 508 Sul, em Brasília, DF. 

  • Gravura Contínua, Centro Cultural São Paulo (CCSP), São Paulo. 

  • Diálogo, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, mostra organizada pelo Instituto Goethe, RJ. 

1992

  • Retrospectiva anos 70 e 80, MAC USP,São Paulo. 

  • Galeria Paulo Figueiredo, São Paulo. 

1991

  • Galeria Maeder, Berlin. 

1990

  • Galeria Paulo Figueiredo, São Paulo. ​​​

1989

  • 10 Artistas, atelier Santa Cecília , São Paulo. 

  • Macunaíma 1989, Funarte, Rio de Janeiro. 

  • Arte Contemporânea – Perspectivas Recentes, Centro Cultural São Paulo (CCSP), São Paulo. 

  • Galeria Paulo Figueiredo, São Paulo. 

1988

  • Galeria Paulo Figueiredo, São Paulo. 

 

1987

  • Seis Agosto, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MACUSP), São Paulo. V Salão Paulista de Arte Contemporânea, prêmio estímulo, São Paulo. 

1986

  • Pintura desenho e Gravura, Paço das Artes, São Paulo. 

  • IV Salão Paulista de Arte Contemporânea, São Paulo. 

1984

  • Prêmio Internazionale Biella Per l`Lincizione, Itália. 

  • Cinco a Cinco, Pinacoteca do Estado de São Paulo. 

  • Arte na Rua II, mostra nacional de out-doors, São Paulo. ​​

1983

  • Salão de Arte Jovem de Santos. 

1982

  • V Mostra de gravura da Cidade de Curitiba. ​

textos

contato

Obrigado! Mensagem enviada.

copyright © José Spaniol